O CRM de quem vende na rua, não atrás de uma mesa
Registre a visita falando, saiba qual cliente esfriou antes de perder o pedido e descubra a obra que abriu na sua região antes do concorrente. Funciona no celular, mesmo sem sinal.
Se você vende material de construção, conhece isso
Não é falta de esforço do representante. É que a ferramenta dele hoje é caderno, WhatsApp pessoal e memória.
O representante anota no bloquinho para passar a limpo de noite. Cansado, passa metade. Três meses depois ninguém lembra o que o comprador pediu, qual marca ele já usa e por que a última proposta não fechou.
A carteira tem 200 contas e a cabeça guarda 30. A loja que comprava todo mês parou de comprar em maio, e isso só aparece no fechamento do trimestre, quando o concorrente já entrou.
Passando de carro, por indicação, ou quando o pedido já foi para outro. Obra é oportunidade com prazo: quem chega na fase da fundação vende estrutura, quem chega no acabamento pega o resto.
Montada no Word com preço de tabela antiga, enviada por WhatsApp e depois o silêncio. Você liga para perguntar se chegou, e a ligação vira a própria cobrança que atrapalha a venda.
Quando o representante sai, sai com os contatos, o histórico e o relacionamento. Quem entra começa do zero numa região que a empresa atende há dez anos.
Metade dos lugares onde a venda acontece tem internet ruim. Todo sistema que exige conexão para salvar é sistema que o vendedor aprende a não usar.
Como o CRM BHconecta resolve
Cada bloco abaixo existe por causa de uma das dores acima.
🎙 Na rua: a visita se registra sozinha
O representante sai da loja, entra no carro e fala por quarenta segundos. Pronto, a visita está no sistema.
Ele fala normal, a IA transcreve, resume o que interessa e organiza nos campos da visita. Sem digitar no celular em pé no balcão.
Se ele disser “volto na quinta para fechar o pedido de argamassa”, a IA já cria o compromisso na agenda.
Foto do estoque, da fachada, do concorrente na prateleira. Tudo fica na ficha da conta, com onde e quando.
O aplicativo guarda a visita no celular e envia sozinho quando a internet volta. Obra sem cobertura deixa de ser desculpa.
Foto do cartão do comprador e o contato entra preenchido, com nome, cargo, telefone e e-mail.
Digitou o CNPJ, o sistema traz razão social e endereço. Cadastrar conta nova deixa de ser tarefa de escritório.
🌡 Na carteira: o esfriamento vira aviso
O sistema olha as 200 contas todo dia, coisa que nenhuma cabeça faz.
Você define quantos dias sem contato deixam uma conta fria. Passou disso, ela aparece marcada no funil pedindo ação.
Venda para loja, venda para construtora e venda para engenheiro têm etapas diferentes. Cada uma com o seu funil, sem forçar tudo no mesmo molde.
Retornar orçamento, levar amostra, cobrar pagamento. Com responsável, data e cobrança automática de quem atrasou.
Dia, semana e mês, com as visitas e os compromissos que a IA criou a partir das próprias visitas anteriores.
🏗 Na prospecção: radar de obras
A parte que representante de material de construção sempre fez no olho e na sorte.
O radar busca obras e empreendimentos que apareceram na área que você atende e traz como oportunidade para trabalhar.
A obra interessante entra no funil como conta, com o histórico da origem preservado.
A prospecção deixa de ser só quem apareceu e passa a ter uma fila alimentada toda semana.
📄 No fechamento: proposta que você sabe se foi aceita
Do orçamento ao aceite, sem sair do sistema e sem ligar para perguntar se chegou.
Modelo da sua empresa, produtos puxados do catálogo com preço atual, e a IA escrevendo o texto a partir do que foi conversado na visita.
O cliente recebe um link, lê e aceita pelo celular. Você vê no painel quando abriu e quando aceitou, sem cobrar resposta.
Cadastrou argamassa, o sistema lembra de oferecer rejunte e impermeabilizante. O pedido médio sobe sem esforço de venda.
Conversa com o cliente pelo WhatsApp e o registro fica na ficha da conta, não no celular pessoal de quem atendeu.
🏢 Para a empresa: a carteira é sua, não do vendedor
A diferença entre ter uma equipe comercial e depender de pessoas específicas.
Visitas, contatos, propostas e conversas ficam na conta. Representante que sai não leva a região junto.
Conversão por etapa, desempenho por vendedor, motivo de perda e exportação em planilha para cruzar com o faturamento.
O painel é da sua empresa: marca, cores e, no plano Enterprise, endereço próprio. O vendedor não abre o sistema de um fornecedor.
Conta aberta e parada há semanas recebe sequência de reativação sozinha, e volta para o vendedor no instante em que o cliente responde.
O dia a dia, antes e depois
Arraste a tabela para o lado para ver as duas colunas.
| Tarefa | Como costuma ser hoje | Com o CRM BHconecta |
|---|---|---|
| Registrar a visita | Bloquinho no balcão, passado a limpo à noite quando sobra energia | Quarenta segundos falando no carro; a IA transcreve, resume e arquiva na conta |
| Marcar o retorno | Na memória ou num lembrete solto do celular | A IA ouve “volto quinta” na própria visita e cria o compromisso na agenda |
| Saber quem esfriou | Percebe no fechamento do trimestre, quando já perdeu | O funil marca a conta parada no dia em que ela passa do prazo que você definiu |
| Achar obra nova | Passando de carro e por indicação | O radar traz as obras que abriram na sua região para você trabalhar |
| Montar proposta | Word, tabela de preço desatualizada, meia hora de trabalho | Modelo da empresa, produto do catálogo com preço atual, texto escrito pela IA |
| Saber se o cliente leu | Liga para perguntar, e a ligação já soa como cobrança | Você vê no painel quando ele abriu e quando aceitou digitalmente |
| Trabalhar sem sinal | Anota no papel e torce para lembrar depois | O aplicativo guarda e envia sozinho quando a internet volta |
| Trocar de representante | Quem entra começa do zero numa região antiga | Abre a conta e lê os últimos dois anos de visitas, propostas e contatos |
Feito para representante, não adaptado de call center
A maioria dos CRMs nasceu para equipe de dentro, que atende quem liga. Aqui a tela principal é a do celular, em pé, com uma mão só, e a ação mais rápida do sistema é registrar uma visita que acabou de acontecer.
Começa com você e cresce com a equipe
Sem cobrança por cabeça: dentro da faixa do plano, o preço é o mesmo para uma ou para todas as pessoas.
Perguntas de quem vende na rua
Funciona mesmo em obra sem sinal de internet?
Funciona. O aplicativo instala na tela inicial do celular e guarda o que foi feito sem conexão numa fila própria: visita, foto, tarefa. Quando o sinal volta, ele envia tudo sozinho, sem o vendedor precisar lembrar de nada.
Meu time não gosta de sistema. Vão usar mesmo?
Essa é a razão de a visita ser registrada por voz. A resistência a CRM quase sempre é resistência a digitar formulário depois de um dia inteiro na rua. Falar quarenta segundos no carro é mais rápido do que escrever no caderno, e por isso costuma pegar.
Represento várias marcas com processos diferentes. Dá conta?
Dá. Você cria um funil por linha de venda, cada um com as suas etapas, e a mesma conta pode estar em mais de um. O catálogo de produtos aceita marcas diferentes, com preço e sugestão de item complementar por produto.
Sou representante autônomo, trabalho sozinho. Vale a pena?
O plano Solo existe exatamente para isso: R$ 79 por mês, um usuário, com o CRM de campo inteiro, visita com foto, funil, proposta com aceite digital e o aplicativo no celular. A visita por voz e o radar de obras entram a partir do Profissional.
O CRM fica com a minha marca ou com a de vocês?
Com a sua. Logo, cores e nome do sistema são configurados na sua instalação, e no plano Enterprise ele roda no seu próprio endereço. Seu vendedor abre o sistema da sua empresa.
Consigo trazer a carteira que já tenho?
Sim. Contas, contatos e produtos entram por planilha durante a implantação, e a gente ajuda a organizar as colunas antes de subir. Não precisa recadastrar cliente a cliente.
Veja com a sua própria carteira
Na demonstração a gente monta o seu funil e usa o seu tipo de cliente, para você ver o sistema resolvendo o seu problema e não um exemplo genérico.
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